Já lá vão uns anos, numa viagem que fiz á Holanda, fiquei deliciado a ouvir cinco excelentes músicos russos, que estavam a tocar em Amesterdão junto ao edificio da Ópera desta cidade. Tocavam espectacularmente, tudo instrumentos de sopro, o que para mim ainda me fascinou mais, dadas as minhas raízes musicais. Para mim tudo aquilo me pareceu normal, as pessoas passavam davam dinheiro, uma senhora ofereceu-lhes um ramo de flores que acabara de comprar, como numa estreia, ou um concerto de uma diva, eles não tinham aspecto de mendigos, e tocavam como deuses.
Agora vamos entrar na nossa realidade, Portugal. O nosso meio artístico, e sobretudo a nossa maneira de encarar aqueles que não tendo trabalho como músicos nos locais habituais, são forçados a virem para a rua, e têm alguns um aspecto muito pobre. Quem passa nem se digna olhar para eles, quanto mais ouvir alguma coisa daquilo que eles tocam, sobretudo os portugueses ficam indiferentes, não ouvem, não param, não dão nada nem um cêntimo.
Hoje de manhã num pequeno passeio matinal aqui em Vila Real S. António, na artéria de maior movimento, há sempre animação de rua, estátuas, músicos, e na Praça Marquês de Pombal, normalmente estão músicos andinos, com as suas flautas, tocam parece música celestial. Nestes dias de maior movimentação vêm sempre músicos locais, em duos e trios, e vê-se pela "tarimba" que têm, e pelo reportório, que são pessoas que ficaram sem os seus empregos na indústia hoteleira, que deu trabalho a centenas de músicos, alguns deixaram as suas terras para virem para cá, porque aqui é que havia trabalho. Havia, mas já não há!
Os hotéis que antes tinham uma banda com quatro ou cinco elementos, hoje ou não tem ninguém, ou têm lá um entretainer, que com música assistida tipo karaoque, distrai os clientes, que em face do que vêm também normalmente não ligam ao pobre do músico que a troco de uns euros (poucos), faz o que pode. A crise tudo varreu, embora na música ela já esteja instalada há mais de dez anos.
A vida é uma aprendizagem diária. Gosto de viver, mas não tenho medo de morrer! A música é o alimento da alma.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
DIAMANTES NEGROS/OS ATLAS - O Reencontro 46 anos depois.
Decorria o ano de 1965, no Teatro Monumental realizava-se o Concurso yé yé, com bandas (naquele tempo dizia-se conjuntos), de todo o país.
Os DIAMANTES NEGROS, venceram a 3ª eliminatória, tendo feito mais duas actuações nesse concurso, uma vez como atracção, e outra na meia-final. Quando fomos actuar extra-Concurso, tinhamos nesse dia uma actuação marcada para um baile de finalistas em Portalegre. Onde estava uma banda do Porto, que tinha que alternar connosco. Como nós já saímos de Lisboa de noite, naquele tempo chegar a Portalegre, era uma epopeia, claro que chegámos tarde. Já a banda do Porto estava farta de tocar no nosso lugar. Quando finalmente aparecemos, os fulanos do Porto, malta já madura fizeram-nos umas caras-de-pau do tamanho do mundo, pior foi, que para não demorar mais tempo tiveram que nos deixar tocar nos aparelhos deles, enquanto o nosso pessoal montava o nosso equipamento. Eles tinham aparelhos Fender mas já muito batidos, e habituados a tocar (baixinho), nós que tocávamos forte, e sempre a abrir, vinhamos estafados, mas queriamos dar tudo para compensar. O que nos recordamos é que o Luís que tocava tão bem, como tocava forte, ao fim de pouco tempo já tinha rebentado o aparelho de baixo, se as coisas já estavam azedas ficaram pior.
Mas desse dia nem tudo foi para esquecer actuámos, para um grupo de finalistas, hoje jovens de sessenta e tal anos como nós, que nos receberam muito bem, alguns deles tinham uma banda e perdurou uma amizade com essa banda, que também actuou no Concurso do Monumental, e se chamava "OS ATLAS", com as novas redes sociais e a Internet, voltei a cruzar-me com um dos elementos dos ATLAS, o Manuel Morujo, eu disse mata, e, ele esfola, e vamos voltar a estar juntos no próximo dia 28 de MAIO de 2011, em Sintra na Sociedade União Sintrense, para tocar música dos anos sessenta, DIAMANTES NEGROS & ATLAS, 46 ANOS DEPOIS, é o mote da festa.
Esperamos ir a Portalegre aquando do anversário dos ATLAS. Agora é uma noite para matar saudades e reviver os anos sessenta. Estão todos convidados para estarem presentes.
Tal qual no Aniversário dos DIAMANTES NEGROS, vamos jantar nas caves da Sociedade União Sintrense, no Restaurante Pateo do Garrett, a ementa é igual à do nosso Aniversário e o preço também, quem nos quiser acompanhar é só telefonar para a senhora do restaurante e marcar.
Os DIAMANTES NEGROS, venceram a 3ª eliminatória, tendo feito mais duas actuações nesse concurso, uma vez como atracção, e outra na meia-final. Quando fomos actuar extra-Concurso, tinhamos nesse dia uma actuação marcada para um baile de finalistas em Portalegre. Onde estava uma banda do Porto, que tinha que alternar connosco. Como nós já saímos de Lisboa de noite, naquele tempo chegar a Portalegre, era uma epopeia, claro que chegámos tarde. Já a banda do Porto estava farta de tocar no nosso lugar. Quando finalmente aparecemos, os fulanos do Porto, malta já madura fizeram-nos umas caras-de-pau do tamanho do mundo, pior foi, que para não demorar mais tempo tiveram que nos deixar tocar nos aparelhos deles, enquanto o nosso pessoal montava o nosso equipamento. Eles tinham aparelhos Fender mas já muito batidos, e habituados a tocar (baixinho), nós que tocávamos forte, e sempre a abrir, vinhamos estafados, mas queriamos dar tudo para compensar. O que nos recordamos é que o Luís que tocava tão bem, como tocava forte, ao fim de pouco tempo já tinha rebentado o aparelho de baixo, se as coisas já estavam azedas ficaram pior.
Mas desse dia nem tudo foi para esquecer actuámos, para um grupo de finalistas, hoje jovens de sessenta e tal anos como nós, que nos receberam muito bem, alguns deles tinham uma banda e perdurou uma amizade com essa banda, que também actuou no Concurso do Monumental, e se chamava "OS ATLAS", com as novas redes sociais e a Internet, voltei a cruzar-me com um dos elementos dos ATLAS, o Manuel Morujo, eu disse mata, e, ele esfola, e vamos voltar a estar juntos no próximo dia 28 de MAIO de 2011, em Sintra na Sociedade União Sintrense, para tocar música dos anos sessenta, DIAMANTES NEGROS & ATLAS, 46 ANOS DEPOIS, é o mote da festa.
Esperamos ir a Portalegre aquando do anversário dos ATLAS. Agora é uma noite para matar saudades e reviver os anos sessenta. Estão todos convidados para estarem presentes.
Tal qual no Aniversário dos DIAMANTES NEGROS, vamos jantar nas caves da Sociedade União Sintrense, no Restaurante Pateo do Garrett, a ementa é igual à do nosso Aniversário e o preço também, quem nos quiser acompanhar é só telefonar para a senhora do restaurante e marcar.
Diamantes Negros & Atlas 46 Anos depois
Sociedade União Sintrense - 28 MAIO 2011
Buffet – 19,30 H
- Entradas:
. Manteiga / Azeitonas
. Manteiga / Azeitonas
- Sopa:
. Sopa de legumes –
Prato:
. Bacalhau Espiritual
- Doce:
. Bolo de bolacha
- Fruta:
. Salada de frutas
Bebidas:
. Tinto e Branco . Águas, sumos e Café.
Digestivos não incluidos.
Reservas pelos seguintes contactos:
96 982 94 60 (Isabel Esteves )
geral@pateodogarrett.com
Limitado a 170 lugares
12,50 € / Pessoa
segunda-feira, 18 de abril de 2011
De férias a Sul
Depois de umas semanas em que o Verão veio passar a Primavera a Portugal, tudo indicava que com um bocado de sorte iríamos passar uns dias de Algarve (há muito planeados) com bom tempo, quem sabe até uns banhos de mar, muito boa gente já o fez muito mais a norte, e com calor. Quando vim já sabia pelo meu amigo “DIAMANTE” Luís Manuel, que a coisa ia mudar, e, logo no início da semana. Que fazer? Crise, vai-te embora, precisamos, de carregar as baterias, toca a andar que se faz tarde.
Chegámos com sol e calor, já vamos no quarto dia de estadia, o primeiro em que o céu muito nublado, chuva, e alguma trovoada ao longe fizeram a sua aparição. Mesmo assim vieram-me boas recordações, porque quando começaram a cair os primeiros pingos grossos, estávamos na rua, e o cheiro a terra molhada característico de África, veio logo à minha pituitária.
Depois de chegarmos à conclusão que nestas condições não havia nada para fazer na Rua, recolhemo-nos, a minha companheira foi ler, e eu vim para o meu inseparável companheiro de férias, e de todos os dias, o computador, abrir o correio electrónico, e depois dar a volta pelos blogues. Do blogue de uma senhora com muito interesse, "Rosa dos Ventos", amiga da minha amiga Graça, em que ela num post, relembra os seus tempos de escola, veio-me à lembrança os meus tempos de andar a passear os livros, e os cadernos na extinta Escola Académica de Sintra, em que tive tudo para ser um bom aluno, e, dei com os burros na água. Agora fala-se de discriminação, disto e daquilo, ali era a pagar, e havia discriminação, a começar por os meninos de papás ricos não ficarem juntos com os cábulas como eu. Para os chamados “burros” havia a turma B, com 23 burros, onde ninguém estudava nada, uma folha de ocorrências para nós durava um mês, enquanto para os outros durava um ano. Alegando bom comportamento e mais inteligência, os meninos "bem" estavam juntos com as meninas. Nestas também havia burras, mas era como se fossem todas farinha do mesmo saco, estavam todas juntas. Voltando às férias e às recordações, e porquê a analogia com o blogue da amiga da minha amiga, é que a minha “pituitária”, hoje funcionou trazendo-me recordações, e como tal também me fez, e faz sempre recordar a escola, e, o Dr. Vidal, bom professor, mas como pessoa não tenho boas recordações. Numa aula de ciências naturais, estávamos a dar o corpo humano, os cinco sentidos, e particularmente o sentido do olfacto, eis que surge a pergunta; - o que é a pituitária? Ninguém estudava nada, alguém sabia por acaso o que era um bicho daqueles? Correu a turma toda, 23 ignorantes, aquilo ia sempre a somar, o primeiro começava por escrever "x" vezes, se o 2º não soubesse passava ao dobro, e por aí fora, até que chegou a um numero astronómico, ninguém sabia. Eu enchi duas sebentas com a designação de pituitária. Nunca mais me esqueci, da membrana que forra as fossas nasais e onde reside o sentido do olfacto.
domingo, 17 de abril de 2011
ERIC CLAPTON
Nasceu a 30 de Março de 1945, filho de mãe solteira, foi criado pela avó e pelo companheiro desta, como sendo filho de ambos, e a mãe, como sendo sua irmã mais velha. Esconderam-lhe esta mentira até aos nove anos de idade, o que lhe veio a provocar muita instabilidade. Passou a ser um aluno desinteressado, e uma criança triste e alheada da família.
Começou a trabalhar com treze anos, como carteiro. A sua avó Rose, ofereceu-lhe uma guitarra, mas Eric demonstrava pouca aptidão para o instrumento, chegando quase a desistir, não chegou a fazê-lo em boa hora diga-se, aprendeu os primeiros acordes, esforçando-se por tocar canções antigas, e alguma influência já dos blues.
Em 1966 formou aquela que foi a sua banda emblemática, considerada uma das melhores bandas da época CREAM, com Jack Bruce, e Ginger Baker. Os CREAM, duraram pouco tempo, porque as brigas internas do grupo tornaram-se insuportáveis.
Teve muitos problemas com drogas e álcool, esteve quase perdido mas ao fim de várias desintoxicações, a última das quais em Antiqua, para se livrar do álcool, trouxe-o de novo à vida. Foi muito amigo de George Harrisson ex-Beatles, e acompanhou de perto o sofrimento da esposa Patty Boyd, causado pelo fanatismo do marido pela religião Hindú, deixando-a completamente abandonada. Esta situação acabou por fazer sofrer Clapton, que entretanto se apaixonou por ela. Essa situação viria a inspira-lo a criar aquela que é uma das suas melhores composições de sempre, LAYLA.
Tem a alcunha de Showhand, e é considerado um dos melhores guitarristas do mundo.
É um excepcional músico, que já tive a felicidade de ver actuar, sendo este o concerto da minha vida. Duvido que alguma vez veja, e ouça alguém que me proporcione tanta emoção. Concerto em Lisboa Pavilhão Atlântico 20 de Fevereiro de 2001, fez há pouco tempo dez anos, tanto tempo! Clapton estava felíz, foi daqueles dias que, por parte do músico o concerto não tinha fim, a banda saiu do palco, no final do concerto, palmas e mais palmas, ono "Encore" ele voltou sózinnho com uma guitarra acústica e tocou cerca de uma hora.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
50 Anos depois do 1º Voo Espacial Tripulado
ATUALIDADE
Há 50 anos, a 12 de abril de 1961, o primeiro voo espacial tripulado levou o cosmonauta russo Yuri_Gagarin a fazer uma órbita completa à volta da Terra e a tornar-se num herói mundial.
Nesta altura já era uma pessoa que pretendia estar informada, não me lembro de nessa altura essa notícia tenha passado pelos canais de informação portugueses. Não admira, porque o regime desse tempo não queria nada com a ex-União Soviética, e tudo quanto fossem novidades (boas) vindas daí, eram para cortar.
Há 50 anos, a 12 de abril de 1961, o primeiro voo espacial tripulado levou o cosmonauta russo Yuri_Gagarin a fazer uma órbita completa à volta da Terra e a tornar-se num herói mundial.
Nesta altura já era uma pessoa que pretendia estar informada, não me lembro de nessa altura essa notícia tenha passado pelos canais de informação portugueses. Não admira, porque o regime desse tempo não queria nada com a ex-União Soviética, e tudo quanto fossem novidades (boas) vindas daí, eram para cortar.
domingo, 10 de abril de 2011
THE SHADOWS
Antes da invasão da música dos Beatles que cilindrou tudo e todos (e foi a pedrada no charco), quem andava a par das novidades lá de fora, em termos de Bandas, os SHADOWS eram a referência.
Os autores do projecto Shadows, Hank Marvin e Bruce Welsh, o primeiro viajou de Newcastle, donde é natural acompanhado do seu inseparável viola ritmo, com apenas 16 anos, para Londres, onde vieram a conhecer o cantor Cliff Richard.
Durante algum tempo os Shadows ficaram associados ao nome de Cliff Richard, mas depressa seguiram rumos diferentes.
Buddy Holly, foi o inspirador de Hank Marvin, este que na sua juventude tocava banjo e piano, passou a dedicar-se em absoluto à guitarra eléctrica, a partir do momento em que ouviu o malogrado guitarrista norte-americano.
A SHADOWMANIA, também existe, fazem-se bastantes concertos e reuniões anuais por essa Europa fora, com bandas de Tributo. Os Diamantes Negros, têm uma banda amiga em França “Windjammer’s,"veja aqui" que no seu reportório, privilegia música solada tipo Shadows. Está nas nossas cogitações fazermos um intercâmbio com bandas estrangeiras dos anos sessenta, vamos ver se ainda vamos ter tempo para realizar esse projecto, com esta crise, se calhar não passa de uma ideia.
Os Shadows enquanto Banda já estão separados, Hank Marvin, tem uma banda com o seu filho Ben Marvin, um duplicado do original.
Esta banda excepcional, quando apareceu trouxe também novidades, além do som inconfundível da guitarra do Marvin, em palco os passinhos tipo Shadow, fizeram época.
Os Shadows duraram muitos anos felizmente, mas como tudo na vida, acabaram. Os seus elementos, eram Hank Marvin, guitarra solo, Bruce Welsh, guitarra ritmo, e, Brian Bennett, baterista. Três professores, uma lástima terem acabado quando ainda tinham tanto para fazer juntos, musicalmente falando. O elemento baixista nos últimos anos foi sempre o mesmo, até ao The Final Tour, este e o teclista, eram considerados músicos convidados.
Vou ter de deixar o Link, para verem esta banda fantástica porque não consigo fazer entrar o video do You Tube, vejam aqui!
segunda-feira, 4 de abril de 2011
ENQUANTO HOUVER POVOS ASSIM, O MUNDO NÃO ESTÁ PERDIDO.
Com a devida vénia, transcrevo sem alterar nada, este e-mail que recebi hoje. Só coloco uma questão:
- E se fosse cá em Portugal?
Coitado do pobre povo português!
Enquanto o Japão conta os mortos (quase 17 mil, segundo as últimas estimativas
oficiais) e eleva de quatro para cinco o nível de alertanuclear, já a dois níveis do que se atingiu em Chernobyl, um jornalista da CNN, Jack Cafferty, não esconde a surpresa e faz uma pergunta:
«Tendo em conta a escassez de comida e a incrível destruição, incluindo em Tóquio, por que razão não estão a ocorrer episódios de pilhagens e vandalismo no Japão?»
Cafferty estabelece um paralelo com o que sucedeu no seu próprio país depois da passagem devastadora do furacão Katrina e cita um colega, Ed West, do Telegraph.
West escreveu uma crónica na qual se confessava «estupefacto» pela reacção ordeira do povo japonês ao terramoto e ao tsunami, e do sentimento de solidariedade que encontrou um pouco por todo o lado.
«As cadeias de supermercado baixaram drasticamente os preços dos produtos assim que ficou clara a dimensão da catástrofe», conta Ed West. «Vendedores de bebidas começaram a distribui-las gratuitamente, com a justificação de que todos trabalhavam para assegurar a sobrevivência de todos».
Cafferty adianta uma explicação: os japoneses possuem um código moral tão elevado que se mantém intacto mesmo nas horas mais sombrias, mesmo quando só existe destruição em redor.
Esta atitude não é por caridade. É SOLIDARIEDADE
West escreveu uma crónica na qual se confessava «estupefacto» pela reacção ordeira do povo japonês ao terramoto e ao tsunami, e do sentimento de solidariedade que encontrou um pouco por todo o lado.
«As cadeias de supermercado baixaram drasticamente os preços dos produtos assim que ficou clara a dimensão da catástrofe», conta Ed West. «Vendedores de bebidas começaram a distribui-las gratuitamente, com a justificação de que todos trabalhavam para assegurar a sobrevivência de todos».
Cafferty adianta uma explicação: os japoneses possuem um código moral tão elevado que se mantém intacto mesmo nas horas mais sombrias, mesmo quando só existe destruição em redor.
Esta atitude não é por caridade. É SOLIDARIEDADE
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