Na escola da minha neta só ontem quinta feira, deram o nome de um livro de testes, para preparação do exame de português, entretanto a Porto Editora também só hoje fez chegar o dito às livrarias, terá sido por isso que os professores só ontem disseram o nome do livro?
Fomos à FNAC para comprar, a remessa tinha chegado hoje.
A empregada da secção cada vez que alguém lhe solicitava o dito livro, tinha que chamar um servente para ir ao armazém buscar uma unidade para vender ao cliente. Até que lá se fez luz naquela cabeça, e disse ao servente que devia colocar os livros nos expositores, porque hoje tinha sido um corropio, e no fim de semana se calhar iam chover pedidos, e só para encomendas era metade da remessa.
Resposta do servente:
- Agora não posso, tenho mais que fazer!
O problema é igual em todo o lado, falta liderança!
A vida é uma aprendizagem diária. Gosto de viver, mas não tenho medo de morrer! A música é o alimento da alma.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
FUTUROS JUÍZES, COMEÇAM BEM!
Magistrados apanhados a copiar em escola de juízes
A direcção do Centro de Estudos Judiciários (CEJ) decidiu ainda assim atribuir nota positiva (10) a todos os futuros magistrados.
Notícia da Agencia Lusa - Jornal Económico.
Veja toda a notícia aqui
Felizmente até hoje, e, já lá vão sessenta e poucos anos, nunca estive em nenhum tribunal, mas temos sempre a imagem do Juiz ser alguém em que se deposita confiança, pessoa idónea, experiente, e respeitável. Estes requisitos já não prevalecem, se já se franzia o sobrolho a decisões judiciais, e à justiça portuguesa em geral, com esta notícia, é o descalabro.
Ser ou não ser bota de elástico!
Tenho feito um certo finca pé a esta recente alteração da escrita, até já escrevi hoje algo sobre isso, eu já não vou mudar nada, tomara eu não escrever com erros ortográficos quanto mais me estar a preocupar com a nova forma de escrever.
Hoje recebi um e-mail que vou passar na integra, e que aborda esta temática!
Eu concordo.
-------------------------------------------------------//-----------------------------------------------------------------
Quando eu escrevo a palavra ação, por magia ou pirraça, o computador retira automaticamente o C na pretensão de me ensinar a nova grafia.
De forma que, aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio vou tirando as consoantes que, ao que parece, estavam a mais na língua portuguesa.
Custa-me despedir-me daquelas letras que tanto fizeram por mim.
São muitos anos de convívio.
Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes CCC,s e PPP,s me acompanharam em tantos textos e livros desde a infância.
Na primária, por vezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da professora: não te esqueças de mim!
Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem diz, sei que não falas, mas ainda bem que estás aí.
E agora as palavras já nem parecem as mesmas.
O que é ser proativo?
Custa-me admitir que, de um dia para o outro, passei a trabalhar numa redação, que há espectadores nos espetáculos e alguns também nos frangos, que os atores atuam e que, ao segundo ato, eu ato os meus sapatos.
Depois há os intrusos, sobretudo o R, que tornou algumas palavras arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato.
Caíram hifenes e entraram RRR,s que andavam errantes.
É uma união de facto, e para não errar tenho a obrigação de os acolher como se fossem família. Em 'há de' há um divórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não se entendem.
Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os EEE,s passaram a ser gémeos, nenhum usa ( ^^^) chapéu.
E os meses perderam importância e dignidade; não havia motivo para terem privilégios; assim, temos janeiro, fevereiro, março, são tão importantes como peixe, flor, avião.
Não sei se estou a ser suscetível, mas sem P, algumas palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que já não tenham.
As palavras transformam-nos.
Como um menino que muda de escola, sei que vou ter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos.
Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do C não me faça perder a direção, nem me fracione, e nem quero tropeçar em algum objeto.
Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem atuante com um C a atrapalhar.
Só não percebo porque é que temos que ser NÓS a alterar a escrita, se a LÍNGUA é NOSSA ? ! ? ! ?
E como não percebo continuo a escrever tal como aprendi... ninguém me pediu opinião...
Autor desconhecido
Hoje recebi um e-mail que vou passar na integra, e que aborda esta temática!
Eu concordo.
-------------------------------------------------------//-----------------------------------------------------------------
Quando eu escrevo a palavra ação, por magia ou pirraça, o computador retira automaticamente o C na pretensão de me ensinar a nova grafia.
De forma que, aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio vou tirando as consoantes que, ao que parece, estavam a mais na língua portuguesa.
Custa-me despedir-me daquelas letras que tanto fizeram por mim.
São muitos anos de convívio.
Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes CCC,s e PPP,s me acompanharam em tantos textos e livros desde a infância.
Na primária, por vezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da professora: não te esqueças de mim!
Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem diz, sei que não falas, mas ainda bem que estás aí.
E agora as palavras já nem parecem as mesmas.
O que é ser proativo?
Custa-me admitir que, de um dia para o outro, passei a trabalhar numa redação, que há espectadores nos espetáculos e alguns também nos frangos, que os atores atuam e que, ao segundo ato, eu ato os meus sapatos.
Depois há os intrusos, sobretudo o R, que tornou algumas palavras arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato.
Caíram hifenes e entraram RRR,s que andavam errantes.
É uma união de facto, e para não errar tenho a obrigação de os acolher como se fossem família. Em 'há de' há um divórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não se entendem.
Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os EEE,s passaram a ser gémeos, nenhum usa ( ^^^) chapéu.
E os meses perderam importância e dignidade; não havia motivo para terem privilégios; assim, temos janeiro, fevereiro, março, são tão importantes como peixe, flor, avião.
Não sei se estou a ser suscetível, mas sem P, algumas palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que já não tenham.
As palavras transformam-nos.
Como um menino que muda de escola, sei que vou ter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos.
Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do C não me faça perder a direção, nem me fracione, e nem quero tropeçar em algum objeto.
Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem atuante com um C a atrapalhar.
Só não percebo porque é que temos que ser NÓS a alterar a escrita, se a LÍNGUA é NOSSA ? ! ? ! ?
E como não percebo continuo a escrever tal como aprendi... ninguém me pediu opinião...
Autor desconhecido
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Fomos aos Fados, tocar Marchas!
No dia 4 de Junho passado, com o intuito de angariar fundos para a Comissão Organizadora do Centenário do Sport União Sintrense, houve uma noite de fados por uma tertúlia de fadistas, e como música Rock não se coaduna com fadistices, nós Diamantes Negros fizemos uma variante com dois amigos, em que só tocamos temas portugueses, variante essa que apelidamos de "Diamantes e Amigos", o apelido Negros não entra aqui.
Vamos começar por falar na péssima comida que o Sr. Horácio, da Quinta da Madre de Deus na Ribeira de Sintra, serviu aos pagantes. Se não fosse por eventualmente estragar a festa ao Sintrense, deveria ter havido um levantamentoo de rancho, como se faz na tropa. Aquilo não se dá a ninguém, além da péssima comida, o serviço também deixou muito a desejar.
Sobre os fados serei muito breve, e em poucas palavras espero definir exactamente o que senti.
Sou uma pessoa que sobre o fado tem muitas restrições, gosto só de alguns fadistas, e só da nova geração de músicos que acompanham fado.
Os fadistas eram muitos, alguns eram maus de mais, os melhores apareceram só no fim, mas, até lá tivemos que suportar um rol de maus, que quando chegaram os melhores já estava tudo farto, porque os fadistas além do numero elevado, cantaram cada um três temas, uma pançada!...
Depois de um jantar mau, fadistas chatos, e guitarristas para o fraquinho, lá fomos acompanhar a Filipa Duarte a cantar e com o Zeca Rodrigues no Baixo, tentar animar a malta que já estava farta daquilo tudo, com temas portugueses adequados à época, ou seja Marchas Populares .
Começamos com muito entusiasmo a tentar dar a volta ao texto, mas saiu-nos um sonoplasta, mauzinho, embora simpático e com bom material, eram zumbidos, apitos, e feed back's por todo o lado. Estivemos umas seis músicas a fazer sinais, e a gritar com ele para alterar a situação.
Não foi tudo por culpa de outrém, nós também tivemos os nossos erros, logo a extensão do programa, deviamos ter tocado menos, porque as pessoas já estavam saturadas quando fomos tocar. Já passava da uma da manhã, e alguns já tinham ido embora.
Houve assistentes amigos que queriam música dos Diamantes Negros, mas nesse dia, não tinhamos essa formação, tinhamos o Xixó a tocar teclas, o Luís na guitarra, a Filipa Duarte a cantar, eu na bateria, com o Zeca a tocar baixo, um amigo com quem tive o gosto de tocar muitos anos no Conjunto San Remo, de Moçambique, e, de quem guardo muitos momentos bem passados.
A Filipa é uma senhora que canta bem, mas devido à sobrecarga de músicas seguidas que lhe pregámos, e ao barulhoo que havia em cima do palco, entrou fora de tom duas vezes. O Xixó há muito que não tocava teclas, no computo geral cumpriu, mas pode melhorar muito mais futuramente.
Este projecto adicional dos Diamantes Negros, está muito em principio, sendo rigoroso há que dizer que, não foi muito felíz na sua apresentação, mas é um projecto que tem pernas para andar. Bem trabalhado e bem delineado pode e deve ter sucesso, temos planos para o reportório, que desta vez foi só Marchas Populares Portuguesas, porque foi o que nos solicitaram, mas temos em mente canções, sendo tudo ou quase tudo em português.
Vamos começar por falar na péssima comida que o Sr. Horácio, da Quinta da Madre de Deus na Ribeira de Sintra, serviu aos pagantes. Se não fosse por eventualmente estragar a festa ao Sintrense, deveria ter havido um levantamentoo de rancho, como se faz na tropa. Aquilo não se dá a ninguém, além da péssima comida, o serviço também deixou muito a desejar.
Sobre os fados serei muito breve, e em poucas palavras espero definir exactamente o que senti.
Sou uma pessoa que sobre o fado tem muitas restrições, gosto só de alguns fadistas, e só da nova geração de músicos que acompanham fado.
Os fadistas eram muitos, alguns eram maus de mais, os melhores apareceram só no fim, mas, até lá tivemos que suportar um rol de maus, que quando chegaram os melhores já estava tudo farto, porque os fadistas além do numero elevado, cantaram cada um três temas, uma pançada!...
Depois de um jantar mau, fadistas chatos, e guitarristas para o fraquinho, lá fomos acompanhar a Filipa Duarte a cantar e com o Zeca Rodrigues no Baixo, tentar animar a malta que já estava farta daquilo tudo, com temas portugueses adequados à época, ou seja Marchas Populares .
Começamos com muito entusiasmo a tentar dar a volta ao texto, mas saiu-nos um sonoplasta, mauzinho, embora simpático e com bom material, eram zumbidos, apitos, e feed back's por todo o lado. Estivemos umas seis músicas a fazer sinais, e a gritar com ele para alterar a situação.
Não foi tudo por culpa de outrém, nós também tivemos os nossos erros, logo a extensão do programa, deviamos ter tocado menos, porque as pessoas já estavam saturadas quando fomos tocar. Já passava da uma da manhã, e alguns já tinham ido embora.
Houve assistentes amigos que queriam música dos Diamantes Negros, mas nesse dia, não tinhamos essa formação, tinhamos o Xixó a tocar teclas, o Luís na guitarra, a Filipa Duarte a cantar, eu na bateria, com o Zeca a tocar baixo, um amigo com quem tive o gosto de tocar muitos anos no Conjunto San Remo, de Moçambique, e, de quem guardo muitos momentos bem passados.
A Filipa é uma senhora que canta bem, mas devido à sobrecarga de músicas seguidas que lhe pregámos, e ao barulhoo que havia em cima do palco, entrou fora de tom duas vezes. O Xixó há muito que não tocava teclas, no computo geral cumpriu, mas pode melhorar muito mais futuramente.
Este projecto adicional dos Diamantes Negros, está muito em principio, sendo rigoroso há que dizer que, não foi muito felíz na sua apresentação, mas é um projecto que tem pernas para andar. Bem trabalhado e bem delineado pode e deve ter sucesso, temos planos para o reportório, que desta vez foi só Marchas Populares Portuguesas, porque foi o que nos solicitaram, mas temos em mente canções, sendo tudo ou quase tudo em português.
Houve Festa sim senhor!
No passado sábado 28 de Maio, como estava há muito tempo combinado, os DIAMANTES NEGROS e OS ATLAS, encontraram-se na Sociedade União Sintrense, para confraternizar, tocar uns temas preferencialmente dos anos sessenta, e fazer uma festa.
Conforme constava do programa, primeiro houve um jantar rigorosamente igual ao do aniversário, desde o preço por pessoa até à ementa. Antes de sábado o restaurante chegou a estar completamente lotado, a D. Isabel confia nas pessoas e não exige pagamento antecipado, mas como a meteorologia nos pregou uma partida, foi um dia terrivel com muita chuva depois da hora do almoço. Talvez por isso, ou talvez não, pessoas houve que à própria da hora desmarcaram a presença. Só em dois nomes desmarcaram-se cerca de setenta lugares, a acrescentar a esta debacle também houve desmarcações de uma e duas pessoas, mesmo assim o restaurante registava uma boa lotação, embora longe do esgotado como sucedeu em Janeiro.
Depois de todos terem jantado, foi a vez de subirmos ao salão da Sociedade, onde iria decorrer a animação pelas duas bandas.
Os DIAMANTES abriram a sessão, dividida em duas partes, totalizando a nossa actuação cerca de 90 minutos. Não vou tecer considerandos sobre a nossa actuação, deixo isso para os outros. Apenas dizer que a meu ver actuámos bem, equilibradamente, poucas mas boas, e que ouvi boas referências felizmente.
Depois de um pequeno intervalo suficiente para a mudança de Bandas, actuaram OS ATLAS, mais de duas horas, apresentaram-se com uma formação de sete elementos. Interpretaram essencialmente música dos anos sessenta, bem conhecidas e agradáveis.
Gostei da actuação dos ATLAS.
Gostei da fidelidade à música dos anos sessenta, e do reportório escolhido.
Trouxeram muitas pessoas, e foram esses amigos e acompanhantes dos ATLAS que fizeram a festa, porque os amigos que normalmente nunca nos faltam com a sua presença nas nossas festas, primaram pela ausência. Já fizemos um acto de contrição, e, chegámos à conclusão que não fizémos a devida propaganda, para que quem normalmente está connosco, estivesse presente.
Os nossos agradecimentos à Sociedade União Sintrense e à Junta de Freguesia de São Martinho, pela prestimosa colaboração.
Conforme constava do programa, primeiro houve um jantar rigorosamente igual ao do aniversário, desde o preço por pessoa até à ementa. Antes de sábado o restaurante chegou a estar completamente lotado, a D. Isabel confia nas pessoas e não exige pagamento antecipado, mas como a meteorologia nos pregou uma partida, foi um dia terrivel com muita chuva depois da hora do almoço. Talvez por isso, ou talvez não, pessoas houve que à própria da hora desmarcaram a presença. Só em dois nomes desmarcaram-se cerca de setenta lugares, a acrescentar a esta debacle também houve desmarcações de uma e duas pessoas, mesmo assim o restaurante registava uma boa lotação, embora longe do esgotado como sucedeu em Janeiro.
Depois de todos terem jantado, foi a vez de subirmos ao salão da Sociedade, onde iria decorrer a animação pelas duas bandas.
Os DIAMANTES abriram a sessão, dividida em duas partes, totalizando a nossa actuação cerca de 90 minutos. Não vou tecer considerandos sobre a nossa actuação, deixo isso para os outros. Apenas dizer que a meu ver actuámos bem, equilibradamente, poucas mas boas, e que ouvi boas referências felizmente.
Depois de um pequeno intervalo suficiente para a mudança de Bandas, actuaram OS ATLAS, mais de duas horas, apresentaram-se com uma formação de sete elementos. Interpretaram essencialmente música dos anos sessenta, bem conhecidas e agradáveis.
Gostei da actuação dos ATLAS.
Gostei da fidelidade à música dos anos sessenta, e do reportório escolhido.
Trouxeram muitas pessoas, e foram esses amigos e acompanhantes dos ATLAS que fizeram a festa, porque os amigos que normalmente nunca nos faltam com a sua presença nas nossas festas, primaram pela ausência. Já fizemos um acto de contrição, e, chegámos à conclusão que não fizémos a devida propaganda, para que quem normalmente está connosco, estivesse presente.
Os nossos agradecimentos à Sociedade União Sintrense e à Junta de Freguesia de São Martinho, pela prestimosa colaboração.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Preso por ter cão, e preso por não ter!
O que me tráz hoje ao blogue, são as opiniões do bastonário da Ordem dos Advogados, sobre este caso de violência juvenil, gratuita, indecorosa, chocante até. Pois pasme-se que o senhor Doutor Marinho Pinto, pessoa sem dúvida controversa, já estive muitas vezes de acordo com as suas opiniões, mas entende desta feita, que se trata de terrorismo de estado, o facto de se ter mandado para o calabouço, aquelas "pobres criancinhas", que já têm todas cadastro, mas coitadinhas por ele podiam continuar cá fora a fazer desacatos, e a bater nos filhos dos outros.
O senhor Dr. Marinho Pinto, fala assim porque não foi a filha, ou a neta dele a agredida, porque se fosse cantava outro galo.
O senhor Doutor Marinho Pinto, tem colocado sempre a tónica do seu discurso, na actuação dos juízes.
De facto há decisões dos juízes que não lembram o diabo. Mas, "quem sabe da tenda é o tendeiro".
Há muita coisa que nós não sabemos, e quem tem essa missão de julgar, tem a obrigação de saber o que está a fazer.
Dessa guerra Marinho Pinto contra os Juízes, é lá com eles, entendam-se.
Agora o senhor Bastonário, porque é contra tudo o que vem das decisões judiciais, venha criticar uma decisão que calou bem fundo grande parte daqueles que têm filhos nos liceus e escolas do país, da população, e da opinião pública em geral, não posso concordar, acho que ele anda a misturar alhos com bugalhos.
Foi uma decisão corajosa, que se já tivesse sido tomada há mais tempo certamente que estes cobardes, que maltratam os colegas indefesos, já pensariam duas vezes antes de atacar as vítimas.
Em que ficamos, se os juízes actuam e dão voz de prisão aos meliantes, tenham eles a idade que tiverem, são criticados, se os deixam em liberdade é porque são bananas!
O senhor Dr. Marinho Pinto, fala assim porque não foi a filha, ou a neta dele a agredida, porque se fosse cantava outro galo.
O senhor Doutor Marinho Pinto, tem colocado sempre a tónica do seu discurso, na actuação dos juízes.
De facto há decisões dos juízes que não lembram o diabo. Mas, "quem sabe da tenda é o tendeiro".
Há muita coisa que nós não sabemos, e quem tem essa missão de julgar, tem a obrigação de saber o que está a fazer.
Dessa guerra Marinho Pinto contra os Juízes, é lá com eles, entendam-se.
Agora o senhor Bastonário, porque é contra tudo o que vem das decisões judiciais, venha criticar uma decisão que calou bem fundo grande parte daqueles que têm filhos nos liceus e escolas do país, da população, e da opinião pública em geral, não posso concordar, acho que ele anda a misturar alhos com bugalhos.
Foi uma decisão corajosa, que se já tivesse sido tomada há mais tempo certamente que estes cobardes, que maltratam os colegas indefesos, já pensariam duas vezes antes de atacar as vítimas.
Em que ficamos, se os juízes actuam e dão voz de prisão aos meliantes, tenham eles a idade que tiverem, são criticados, se os deixam em liberdade é porque são bananas!
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Há ou não há “bullYing” nas escolas portuguesas?
O que é o “BULLYING”, já todos ouviram falar neste estrangeirismo, a designação é esta:
-Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.
Há ao que parece fortes pressões, e, instruções do Ministério, para que estes casos não sejam mencionados, participados e que mais tarde não venham a fazer parte da estatística, e dizer que no governo do Sr. Fulano de tal, aumentaram as agressões nas escolas, morreram alunos esfaqueados, outros suicidaram-se porque eram aterrorizados, etc. etc., é aborrecido, e não convém nada, o melhor é fazer orelhas moucas, dizer que sim aos pais que lá vão perder tempo e falar com o Conselho Directivo. Ninguém quer tomar atitudes drásticas, é anti-democrático, nem que pelo meio haja crianças com braços partidos, roubadas, violentadas das formas mais diversas, fazer queixa do agressor é chover no molhado.
Já nem é preciso falar no que se passou na escola Secundária de Queluz, cuja barbárie foi abertura de todos os telejornais, na escola das minhas netas a minha neta mais velha há uma semana foi com outros colegas de ambos os sexos, desapertar uma briga, entre um cábula que só causa distúrbios, e um pacífico e pequeno aluno, que não se mete com ninguém (estes heróis só procuram estes, porque lhes garantem sucesso para o ego), resultado ficou com uma mão partida. O valentão ufano, passeia-se pelo liceu glorioso do seu feito, de nada valeu a queixa apresentada, e como ficou impossibilitada de escrever, deparou-se com dois tipos de professores, os compreensivos perante tal evidência, que lhe propuseram fazer exame em sala separada, ditando ela as respostas e, eles professores escreverem as mesmas. E uma outra, que deve ser daquelas que estão lá só à espera do dia do vencimento, e professores só o são, porque vem escrito no recibo do ordenado, essa mandou-a escrever com a mão esquerda, isto a menos de um mês de fazer exame do nono ano…
A minha neta mais pequena, que anda no 5º ano, foi agredida no início do ano por um crápula que anda lá a passear os livros, tem acesos de loucura, e de vez em quando gosta de bater nas meninas. A minha neta não foi a primeira nem a última, o figurão continua lá, disseram na altura à minha filha que ele iria ser punido severamente, não foi punido coisa nenhuma, continua lá a fazer o que sempre fez.
Hoje: - A minha neta do 5º ano é delegada de turma, dito pelos professores unanimemente, um doce de menina, e boa aluna, (não preciso que me digam que eu sei que é, e toda a gente vê). Fui buscá-la às 13h 15m, veio ter comigo ao carro, informar que lhe tinham roubado a carteira, e que ia tentar recuperá-la, já que fora roubada dentro da aula. Veio avisar-me para eu saber o motivo da sua ausência. A sala ficou suja, e já não é a primeira vez que lhe fazem esta graça, ela é delegada, vai buscar a vassoura e vai limpar, os porcalhões ficam a gozar o prato. Ainda por cima enquanto foi buscar a vassoura, um figurão que com este já é o terceiro ano que chumba no 5º ano, com várias manchas no cadastro (roubos, agressões, e, outros mimos), tirou-lhe a carteira com os documentos, chave do cacifo e, uma nota de 5€, que lhe tinha sido dada de manhã. Ela queixou-se ainda dentro da sala, deu logo ali por falta da carteira, mas a professora deixou sair toda a gente, não deu importância, e, só o desembaraço daquela criança, conseguiu reaver a carteira, embora já sem o dinheiro, mesmo assim fez com que o prevaricador fosse levado à presença da professora, e a muito custo recuperaram o dinheiro.
O que é que um fulano destes anda a fazer na escola? Já chumba três anos seguidos, no 5º ano, devia ir aprender um ofício! Esta gente anda contrariada, fazem os professores desgastarem-se, só causam distúrbios, e, mau ambiente.
Toda a gente sabe deste fenómeno, mas ninguém quer falar. Um país que emperra na Justiça não pode almejar uma democracia escorreita. No tempo da outra senhora, bastava um bufo não gostar de nós e lá se apodrecia na cadeia, hoje com provas evidentes, está tudo cá fora, porque não se pode fazer mal aos bandidos coitadinhos, sejam grandes, pequenos, velhos ou novos. Somos um povo com azar, nunca chega para nós o dia em que como diz a canção brasileira; - “TUDO ESTÁ NO SEU LUGAR, GRAÇAS A DEUS”.
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