sábado, 20 de agosto de 2011

JANIS JOPLIN


 JANIS LYN JOPLIN

Nasceu em Port Arthur a 19 de Janeiro de 1943, faleceu em Los Angeles a 4 de Outubro de 1970.
Cantora e compositora, considerada Rainha do Rock and Roll, a maior dos anos 60.

Tinha problemas com drogas e álcool, uma overdose de heroína fez com que partisse em 1970, quando ainda só tinha 27 anos.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Era uma vez um povo, que tinha a mania que era igual aos outros!

A Oeste da Europa, numas terras muito bonitas, cheias de sol, praias de encantar, muito verde, poderia dizer-se, que é um sonho de terra mas não, é lindo só.
Foi um país que começou aos empurrões, o filho bateu na mãe, uma grande confusão logo de início, e quem torto nasce...
Teve momentos altos, outros de grande aflição, houve alturas em que o ouro entrava a rodos nos cofres da corôa, mas tudo isso se perdeu, sempre porque este povo, sobretudo quem tinha a obrigação de o governar, nunca soube fazê-lo. Até no tempo da fartura do ouro, que lhes chegava da Colónia Sul Americana, metade ficava pelo caminho, roubado por funcionários do governo, tal qual como nos dias de hoje, sendo que actualmente não roubam lingotes de ouro, mas desbaratam o dinheiro dos cofres do Estado, e até já venderam grande parte das reservas auriferas do Banco Central.
Um dia mataram o Rei e o principe, veio a implantação da República. Prometeu-se de Liberdade, Igualdade e  Fraternidade.
Viva a República, abaixo a corrupção, e aquele monte de palavras de ordem que o povo gosta de ouvir, naqueles tempos haviam homens que se bateram pela causa, eram honestos e rigorosos, e não gastaram um centavo dos cofres públicos, mas os oportunistas e taxistas mudaram de casaca e rápidamente de monárquicos passaram a republicanos, daí ter ficado tudo igual ou pior do que estava antes. Fizeram-se muitas asneiras, mandaram para uma guerra mundial os melhores filhos da nação, abandonaram-nos lá à sua sorte, morreram de fome e de frio, foram para os horrores do inverno francês sem roupa e calçado adequados, confiaram nos seus aliados ingleses, que lhes viraram as costas, deixando-os emboscados à mercê de um inimigo poderoso, e só a muita coragem fez com que  alguns de lá escapassem. Entretanto tudo se descontrolou, a confusão nas ruas era diária. Normalmente nestas alturas vêm sempre os oportunistas e os espertos. Houve uma revolta militar, que não encontrou qualquer resistência pois claro, o povo faminto sem esperança já estava por tudo. Dessa revolta veio um senhor Doutor provinciano, com pronuncia e tudo, afecto à Igreja Católica, que entretanto também andara a minar tudo, para voltar a deter as rédias do poder, que havia perdido com a implantação da República, esse senhor doutor livrou-se de uma guerra fez negócios bons para o país com os dois lados dos contendores, mas era um ditador feroz, que não soube acompanhar os ventos de mudança, e a sede de se imortalizar na cadeira do poder cegou-o, e democracia era a palavra maldita, quem a pronunciasse era um homem morto. Não era um republicano, mas governava uma república, onde não havia igualdade.
Engraçado que esses idealistas,  da implantação da república, se esqueciam da Igualdade, porque mantiveram colónias, em que os naturais não tinham quaisquer direitos.
Passados mais de quarenta anos após a implantação da república, os naturais dessas colónias revoltaram-se, deu-se uma Guerra que durou mais que uma década. O povo miserável também aí foi chamado a intervir em defesa de um património, que não lhe dizia nada. Ouvia-se falar na escola, e estudava-se que eram terras muito ricas e muito extensas, porém, tudo muito longe algures nos Continentes Africano, Asiático, até uma Ilha na Oceanía.
Morreu muita gente de ambas as partes, o povo desse país viu partir durante esses anos, todos os seus melhores filhos. Partiam a um ritmo senão diário pelo menos semanal, em barcos sem quaisquer condições, em porões destinados a carga, escuros mal cheirosos, e em camas que não se dão nem aos animais. Alguns priviligiados iam em camarotes, mas tinham que ter divisas ou galões, nas platinas da farda.
Tudo tem um início e um fim, um dia uns militares revoltaram-se, descontentes com várias situações, há quem diga que também havia reeinvindicação salarial, mas sobressaiu dali uma revolução de "tipo" ?esquerda? com adesão total do povo.
Ocuparam-se estupidamente casas, herdades, fábricas, tudo em nome desse povo, que ia a reboque dos politizados que criaram a confusão e o caos, até que alguém conseguiu travar aquela balbúrdia.
Sonhou-se muito, começaram a vir ordenados, um bocadinho melhores, não para todos claro, vieram reformas, na generalidade muito pequenas que mal dão para comer, mas reformas, veio um serviço Nacional de Saúde, a esperança de vida aumentou, a taxa de mortalidade infantil desceu, passou a viver-se segundo os padrões dos países em vias de desenvolvimento. Entretanto os anos passaram e o povo foi sendo novamente enganado, e roubado, foram-se degradando os cofres desse país, até que com a degradação da conjuntura mundial, e com os defeitos de uma coisa entretanto inventada de nome "globalização", esse país como era pequenino e frágil, ficou à mercê dos abutres e oportunistas, que como já não têm que roubar nos países deles, vão roubar os dos outros. Esses ladrões, mandaram para lá uns iluminados e espertos, com as idéias "troikadas" dos naturais, vão-lhes fazendo a vida negra, tirando tudo o que até então ainda não passava de uma forte esperança em alcançar o nível  de vida igual ao dos outros povos evoluídos.
Enfim "pobre povo, Nação de Valentes, mas também de aldrabões, ladrões e vigaristas, Imortalizada pela desdita de sucessivas governações incompetentes", mas as piores são sempre as futuras, e esse povo já está a sentir isso na pele.
Andam quase nus, a fome alastra como uma praga, andam a pé ou passaram a utilizar a bicicleta, porque lhes aumentam os combustíveis diáriamente, os transportes que deviam ser acessíveis ao público têm preços exorbitantes. Vão ficar sem as suas miseráveis pensões, já não têm médicos, a assistência social não passa de uma nomenclatura.
Vai ser como era antes, um país de gente muito pobre, e uma elite de muito ricos que escraviza o seu semelhante.
Coitados, eles só queriam ser como os outros!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

DIAMANTES NEGROS em COLARES

Decorrem em Colares a partir de hoje 12 de Agosto, as Festas de Nossa Senhora da Assunção, prolongando-se até ao dia 15 de Agosto, segunda-feira Feriado Nacional.
Vários acontecimentos compôem o cartaz, mas venho só dar conta aos meus amigos que os DIAMANTES NEGROS, vão estar lá no domingo 14 de Agosto, pelas 23h, numa atuação que esperamos seja agradável aos que nos querem rever ao fim de tantos anos.
Colares sempre foi uma terra que nos recebeu bem, temos vários episódios com "estórias" passados em Colares. Tinhamos fãs, meninas da nossa idade, hoje respeitáveis avós, tal qual nós.
Se o tempo estiver bom para estar na rua a ouvir música revivalista, nós lá os esperamos a todos.
Em Colares gostam muito de nós, desta vez para nos fazerem felizes, em vez de nos mostrarem como na imagem abaixo, colocaram uma foto de 1964 (acima), com a formação dos fundadores da banda, ainda muito meninos, esbeltos, com cabelo, e sem barrigas.
Da formação actual só estão dois elementos, eu e o Xixó. O Luís veio no passagem de ano de 1964/65, sendo quase um fundador, não o foi por mero acaso. O Jaime vem mais tarde.
Tragam boa disposição, nós levamos alegria e vontade de divertir quem por lá se deslocar.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

DIAMANTES NEGROS - Feira do Livro SINTRA

Noite de 29 de Julho 2011, já mais normal para uma noite de Sintra, com um bocadinho de vento céu nublado, e aquela humidade que não nos deixa nunca. Enfim a antitese, da noite anterior em que lá estive a tocar com a Banda da S. Filármónica "Os Aliados", mas mesmo assim longe de ter sido uma péssima noite, daquelas que nos assolam muitas vezes durante o Verão.
Não tive ninguém que me tirasse fotos do evento,  mas podem vê-las com muita qualidade aqui!
A amplificação estava a cargo dos serviços da Câmara Municipal de Sintra, que depois de tudo muito ?bem? combinado chegou três horas atrazado, e com problemas, o que nos stressou imenso, ainda tinhamos que testar e afinar, o que já não foi feito.

Sobre a nossa actuação, deixar-vos-ei um texto de um amigo:

-Olá

Antecipei um dia o meu regresso de mini-férias para poder assistir ao concerto na Correnteza e cheguei a temer arrepender-me, não por atrasos ou incidentes, mas o tema de abertura deixou muito a desejar devido a um som pessimamente regulado, a situação foi sendo melhorada nos temas seguintes e, posso agora dizer, gostei do concerto, muito especialmente das novas incursões por caminhos que os velhos Diamantes nunca se tinham aventurado ou raramente afloravam, muito mais rock e menos pop, as incursões por Hendrix e Purple, muito mais a meu gosto.
Ouve quem só revisse os Diamantes nas visitas aos Shadows e no "encore", este um dos temas mais "pesados" dos DN de antigamente, por mim, só posso dizer que gostei da renovação, embora aqui e ali, me assaltaram as saudades dum tal "submarino" e de outras nostalgias...
Parabens!

"Nem só de dizer mal vive o homem!"
Zé Nascimento

domingo, 31 de julho de 2011

Banda dos ALIADOS na Feira do Livro SINTRA

O cenário natural, que se vislumbra da "Correnteza"
Na quinta feira 28 de Julho, a animação da FEIRA DO LIVRO, esteve a cargo da Banda da Sociedade Filármónica "OS ALIADOS", que com uma noite espetacular, daquelas que em Sintra aparecem uma ou duas vezes por ano. Com calor, sem vento nem humidade excessiva. Estava mesmo uma noite de Verão aprazível para desfrutar daquele espaço, e estar a ouvir música.
Estava uma boa assistência, a banda actuou, dirigida pelo maestro Rui Moreira, uma hora com agrado geral.


A assistência, atenta e interessada!

domingo, 24 de julho de 2011

Mentes Brilhantes

Ser alguém que se distingue da maioria dos mortais, na ciência sobretudo, mas também um desportista, ou um aluno sobredotado, é sempre alguém que é conotado como excêntrico, para não lhe chamar nomes piores.
De facto a experiência diz-me, pelo que conheço pessoalmente, leio, vejo e ouço, que essas pessoas têm dificuldade em relacionar-se com o mundo dos chamados "normais", será que o somos?
Ainda ontem ao ver o filme "Uma mente brilhante", voltei a questionar-me:
-Será que para ser brilhante, esta gente tem que ser diferente?
O mundo para eles é confuso, e, estão para além do que nos rodeia como gente normal.

domingo, 17 de julho de 2011

DIAMANTES NEGROS

Não estava de todo nos nossos planos ter uma actividade muito grande, pensávamos ensaiar quando possível, e tocar para nosso gozo e manter a forma, fazer isso sim, um concerto anual obrigatório pelo nosso aniversário.
Mas como diria o Badaró; "quando o público gosta não há nada a fazer", fomos convidados para fazer três actuações às quais não podiamos dizer que não:
-Assim sendo, estaremos no próximo dia 29 de Julho à noite em Sintra na Feira do Livro, na Av. Combatentes da Guerra, junto ao Soldado Desconhecido. Em Agosto, no Domingo dia 14 à noite, estaremos em Colares na Festa anual, a convite da Comissão Organizadora. Em Setembro nas Festas da Nossa Senhora do Cabo, que desta feita se despede da Freguesia de Santa Maria, e assim lá estaremos no dia 9 de Setembro sexta-feira, também à noite. Se a estas juntarmos mais três já realizadas, estamos quase com uma actividade mensal, só não tocámos em Fevereiro.
Era muito bom podermos contar com a presença dos nossos amigos de sempre, e gostavamos de ter muita gente perto de nós, e que a nossa música fosse do agrado geral, é para isso que nos esforçamos e damos o nosso melhor.