Após algum tempo de letargia da nossa página anterior, que já tinha tido em tempos visibilidade, e bastante movimentação, esteve de férias, e ressurge agora, com outro visual, para lhe dar arejamento e mais visibilidade.
O Jaime, nosso baixista, todo ele virado para a informática e, mais uma amiga nossa a Célia, também ela expert na matéria, fizeram quanto a mim um trabalho, só ao alcance de poucos, excelente não só pelo grafismo como pela informação, e, pistas que se podem seguir, onde haja algo que aos DIAMANTES NEGROS, e seus elementos diga respeito.
Visitem-nos Aqui.
A vida é uma aprendizagem diária. Gosto de viver, mas não tenho medo de morrer! A música é o alimento da alma.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
RETIRO do FORTUNA, o evento.
Numa altura em que as notícias fazem eco, da perca do hábito de leitura, em que os professores nas escolas tentam (alguns), fazer com que os seus educandos se interessem pela mesma, em altura de crise de muitas coisas, além da económica, o meu amigo José Branco do Nascimento, devido ao seu valor, como pessoa que escreve como poucos, encontrou numa Editora do Porto, parceria para publicar o seu livro Retiro do Fortuna, que já é um êxito.
Foi um êxito. Os representantes da Editora que tem de seu nome, "EDITA-Me", deslocaram-se propositadamente da capital do norte, para o lançamento do livro, nunca tinham estado com o Zé, só o conheciam pela foto do Gmail, foi tudo tratado por email, foi um género de amor á primeira vista.
Quando se trata de pessoas confiáveis, tudo se resolve com facilidade.
O representante da editora Sr. Carlos Lopes, veio acompanhado de um pianista, e de uma senhora que leu passagens engraçadas e interessantes da obra.
O evento como sabem estava agendado para a tarde do dia 3 de dezembro às 16 horas no Salão de Festas da SOCIEDADE UNIÃO SINTRENSE, que estava cheio, atrazou-se um bocado ou não se estivesse em Portugal, (coisa que o Zé não deve ter gostado muito, porque ele não é de falhar nos horários), o primeiro a falar foi o Sr. Carlos Lopes, que começou por dizer que estava absolutamente espantado, por ver uma casa cheia daquela maneira, coisa que ele como pessoa experimentada no assunto há muito tempo que não assistia. Prosseguiu numa abordagem ao livro, ao mesmo tempo que ia fazendo perguntas directamente ao Zé Nascimento, tanto da obra como da pessoa em si. O Zé é um tremendo de um petisqueiro, e no livro isso ressalta a cada passo, de tal modo que lá surgiu a pergunta mais ou menos assim.
P.-Donde lhe vem a veia para a culinária?
R.-Eu em casa convivi com grandes mestres, a minha mãe era uma grande cozinheira, e o meu pai fazia petiscos como poucos, e eu quando casei com a Ana Maria, ela sabia "aquecer àgua", de modo que tive que por à prova toda a gama dos meus recursos.
Aqui eu acrescento, que o Zé ainda nem sequer sabia quem era a Ana Maria, já eu tinha comido uma omelete de atum, num acampamento na Costa da Caparica, que ainda hoje é falada na minha casa, nunca ninguém tinha provado, ou sequer ouvido falar em tal comida.
A assistência estava agarrada, com toda aquela envolvência, a senhora que dizia muito bem, o pianista soube prender as pessoas, com temas simples agradáveis e apropósito. Estariam bem perto de 200 pessoas, e foi tudo muito bem sequenciado sem ser uma chatice, estava-se entre amigos, mas quando o assunto é aborrecido nem os amigos nos perdoam. Foi muito bom.
Depois achei que poderia ter sido muito melhor. A finalizar uma pequena actuação dos DIAMANTES NEGROS, tivemos problemas em fazer o alinhamento, não sabiamos bem o que se pretendia, eu antes de começar disse a um amigo, agora vamos nós espantar a caça toda, este pessoal vai-se todo embora com a berraria que a malta vai fazer.
O Zé tinha estado antes a programar o sítio onde daria os autógrafos aos compradores do livro ali presentes, e foram sempre locais longe do palco, porque ele conhece-nos bem, os Editores que tomaram as rédias do evento deixaram-se ficar em frente ao palco onde fizeram toda a apresentação do livro, só lá devem ter ficado dois ou três compassos do primeiro tema, foi logo tudo a andar dali para fora, com os primeiros acordes do Cocaine do Eric Clapton.
Era difícil acertar com o alinhamento, não era um baile, não era um concerto, aquilo era mais uma passagem musical para preencher o espaço dos autógrafos, fizemos o nosso melhor pensando nisso tudo, achando eu que tocámos muito forte, também porque não estávamos a trabalhar com o equipamento que nos custuma ser facilitado na SUS, que é excelente, e desta feita, era algo que tinha força mas pouca qualidade.
Ressalta disto tudo uma tarde de sábado muito bem passada, algo muito diferente do habitual para a maioria das pessoas presentes, o Zé verificou certamente, que está rodeado de amigas e amigos que lhe querem bem, apreciadores ao mesmo tempo das suas qualidades literárias, e que anseiam pela publicação de mais obras.
Caro Amigo, como eu digo muitas vezes, "é sempre a aprender"!, para a próxima conta connosco, que se as pessoas tiverem paciência para nos ouvirem, certamente vamos tocar menos forte, e já com a lição melhor sabida.
A seguir indico alguns locais de venda com parceria com a Edita-Me, e que poderão utilizar em caso de interesse:
Livraria D. Pepe - R. de Chartres, 76 Évora
Livraria Capítulos Soltos - R. Stº André, 93 r/c Braga
Livraria 100ª Página - Av. Central 118/120 Braga
Livraria Barata - Av. de Roma, 11 A Lisboa
GATAfunho, Loja de Livros - R. Mesericórdia, 14 Lisboa
FNAC - Mar Shopping Matosinhos
FNAC Sta. Catarina Porto
FNAC Norte Shopping - Porto
FNAC Gaia Shopping V. N. de Gaia
Livraria Nunes - Av. Boa Vista, 887 Porto
Um abraço, de Parabéns ao JOSÉ BRANCO DO NASCIMENTO - Zé para os amigos.
Foi um êxito. Os representantes da Editora que tem de seu nome, "EDITA-Me", deslocaram-se propositadamente da capital do norte, para o lançamento do livro, nunca tinham estado com o Zé, só o conheciam pela foto do Gmail, foi tudo tratado por email, foi um género de amor á primeira vista.
Quando se trata de pessoas confiáveis, tudo se resolve com facilidade.
O representante da editora Sr. Carlos Lopes, veio acompanhado de um pianista, e de uma senhora que leu passagens engraçadas e interessantes da obra.
O evento como sabem estava agendado para a tarde do dia 3 de dezembro às 16 horas no Salão de Festas da SOCIEDADE UNIÃO SINTRENSE, que estava cheio, atrazou-se um bocado ou não se estivesse em Portugal, (coisa que o Zé não deve ter gostado muito, porque ele não é de falhar nos horários), o primeiro a falar foi o Sr. Carlos Lopes, que começou por dizer que estava absolutamente espantado, por ver uma casa cheia daquela maneira, coisa que ele como pessoa experimentada no assunto há muito tempo que não assistia. Prosseguiu numa abordagem ao livro, ao mesmo tempo que ia fazendo perguntas directamente ao Zé Nascimento, tanto da obra como da pessoa em si. O Zé é um tremendo de um petisqueiro, e no livro isso ressalta a cada passo, de tal modo que lá surgiu a pergunta mais ou menos assim.
P.-Donde lhe vem a veia para a culinária?
R.-Eu em casa convivi com grandes mestres, a minha mãe era uma grande cozinheira, e o meu pai fazia petiscos como poucos, e eu quando casei com a Ana Maria, ela sabia "aquecer àgua", de modo que tive que por à prova toda a gama dos meus recursos.
Aqui eu acrescento, que o Zé ainda nem sequer sabia quem era a Ana Maria, já eu tinha comido uma omelete de atum, num acampamento na Costa da Caparica, que ainda hoje é falada na minha casa, nunca ninguém tinha provado, ou sequer ouvido falar em tal comida.
A assistência estava agarrada, com toda aquela envolvência, a senhora que dizia muito bem, o pianista soube prender as pessoas, com temas simples agradáveis e apropósito. Estariam bem perto de 200 pessoas, e foi tudo muito bem sequenciado sem ser uma chatice, estava-se entre amigos, mas quando o assunto é aborrecido nem os amigos nos perdoam. Foi muito bom.
Depois achei que poderia ter sido muito melhor. A finalizar uma pequena actuação dos DIAMANTES NEGROS, tivemos problemas em fazer o alinhamento, não sabiamos bem o que se pretendia, eu antes de começar disse a um amigo, agora vamos nós espantar a caça toda, este pessoal vai-se todo embora com a berraria que a malta vai fazer.
O Zé tinha estado antes a programar o sítio onde daria os autógrafos aos compradores do livro ali presentes, e foram sempre locais longe do palco, porque ele conhece-nos bem, os Editores que tomaram as rédias do evento deixaram-se ficar em frente ao palco onde fizeram toda a apresentação do livro, só lá devem ter ficado dois ou três compassos do primeiro tema, foi logo tudo a andar dali para fora, com os primeiros acordes do Cocaine do Eric Clapton.
Era difícil acertar com o alinhamento, não era um baile, não era um concerto, aquilo era mais uma passagem musical para preencher o espaço dos autógrafos, fizemos o nosso melhor pensando nisso tudo, achando eu que tocámos muito forte, também porque não estávamos a trabalhar com o equipamento que nos custuma ser facilitado na SUS, que é excelente, e desta feita, era algo que tinha força mas pouca qualidade.
Ressalta disto tudo uma tarde de sábado muito bem passada, algo muito diferente do habitual para a maioria das pessoas presentes, o Zé verificou certamente, que está rodeado de amigas e amigos que lhe querem bem, apreciadores ao mesmo tempo das suas qualidades literárias, e que anseiam pela publicação de mais obras.
Caro Amigo, como eu digo muitas vezes, "é sempre a aprender"!, para a próxima conta connosco, que se as pessoas tiverem paciência para nos ouvirem, certamente vamos tocar menos forte, e já com a lição melhor sabida.
A seguir indico alguns locais de venda com parceria com a Edita-Me, e que poderão utilizar em caso de interesse:
Livraria D. Pepe - R. de Chartres, 76 Évora
Livraria Capítulos Soltos - R. Stº André, 93 r/c Braga
Livraria 100ª Página - Av. Central 118/120 Braga
Livraria Barata - Av. de Roma, 11 A Lisboa
GATAfunho, Loja de Livros - R. Mesericórdia, 14 Lisboa
FNAC - Mar Shopping Matosinhos
FNAC Sta. Catarina Porto
FNAC Norte Shopping - Porto
FNAC Gaia Shopping V. N. de Gaia
Livraria Nunes - Av. Boa Vista, 887 Porto
Um abraço, de Parabéns ao JOSÉ BRANCO DO NASCIMENTO - Zé para os amigos.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
As melhoras companheira!
Sintra 15 de novembro de 2011.
Escrito na data acima, depois de muito pensar resolvi publicar, porque a minha companheira de caminhada ao longo de quarenta e muitos anos ainda sofre, depois de duas pequenas cirurgias, seguidas.
Isto incomoda-me bastante, porque eu não quero vê-la sofrer.
A vida coloca-nos muitas provas de superação, e quando obstinadamente caminhamos para a idade de ouro, ao mesmo tempo, aquela em que muitos de nós vão começando a ter problemas com o desgaste, e o peso dos anos, surgem as surpresas.
Amiga, logo hoje 39 anos depois de me teres dado o privilégio de ser pai. Uma daquelas doenças traiçoeiras, obrigou-te a mais uma intervenção cirúrgica.
Eu, a família e todos os teus amigos, desejamos que consigas superar do mesmo modo como enfrentás-te todos os problemas até hoje, corajosa e bravamente.
Há trinta e nove anos que este dia, é sempre um dia de reunir a família, tem havido sempre uma festa, maior ou menor conforme a disposição e disponibilidade, mas nunca falhámos no dia do aniversário da nossa filha, que adora fazer anos, hoje teve que estar junto da mãe e do pai na clínica a apoiar, ajudar a mãe, e porque não o pai que sózinho não teve força para ver a companheira debilitada e doente.
Estes miseráveis dias, em que de momento a momento somos confrontados com a crise, estamos a ser postos à prova na nossa família com diversos problemas, como que para aferir da nossa capacidade de sofrimento e de superação.
Como alguém já disse temos que ir à bruxa!
Não será por aí!
Seremos fortes e valentes psicológicamente para vencer, esta altura da nossa vida menos boa.
Um beijo companheira.
Publicado em 30 de Novembro de 2011
Escrito na data acima, depois de muito pensar resolvi publicar, porque a minha companheira de caminhada ao longo de quarenta e muitos anos ainda sofre, depois de duas pequenas cirurgias, seguidas.
Isto incomoda-me bastante, porque eu não quero vê-la sofrer.
A vida coloca-nos muitas provas de superação, e quando obstinadamente caminhamos para a idade de ouro, ao mesmo tempo, aquela em que muitos de nós vão começando a ter problemas com o desgaste, e o peso dos anos, surgem as surpresas.
Amiga, logo hoje 39 anos depois de me teres dado o privilégio de ser pai. Uma daquelas doenças traiçoeiras, obrigou-te a mais uma intervenção cirúrgica.
Eu, a família e todos os teus amigos, desejamos que consigas superar do mesmo modo como enfrentás-te todos os problemas até hoje, corajosa e bravamente.
Há trinta e nove anos que este dia, é sempre um dia de reunir a família, tem havido sempre uma festa, maior ou menor conforme a disposição e disponibilidade, mas nunca falhámos no dia do aniversário da nossa filha, que adora fazer anos, hoje teve que estar junto da mãe e do pai na clínica a apoiar, ajudar a mãe, e porque não o pai que sózinho não teve força para ver a companheira debilitada e doente.
Estes miseráveis dias, em que de momento a momento somos confrontados com a crise, estamos a ser postos à prova na nossa família com diversos problemas, como que para aferir da nossa capacidade de sofrimento e de superação.
Como alguém já disse temos que ir à bruxa!
Não será por aí!
Seremos fortes e valentes psicológicamente para vencer, esta altura da nossa vida menos boa.
Um beijo companheira.
Publicado em 30 de Novembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
A doença da Europa, ou o que eu gostava de ter escrito.
Estou muito preocupado com esta situação politico-económica, não vejo nenhuma vontade de alguém resolver o problema, e também não me parece existir gente com capacidade para o fazer.
Com a devida vénia, vou publicar um texto escrito pela Dr. Ana Gomes, também ela radicada em Sintra, não sei se sintrense de gema, mas gente deste é que faz cá falta.
-------//-------
A eurodeputada socialista tece duras criticas à Alemanha por não assumir as suas obrigações como mais forte e rica potência europeia.
Num artigo publicado hoje no 'DN', Ana Gomes diz que "o euro pode ruir amanhã: por mais cimeiras que façam, esses aprendizes de feiticeiro não controlam o feitiço que puseram à solta nos mercados financeiros".
Escreve a eurodeputada que as reacções tardias e insuficientes ao problema da dívida fizeram com que os especuladores percebessem que vale a pena especular. "A especulação já dobra Espanha e Itália e ameaça França". Por isso, "é urgente que a Alemanha deixe o BCE assumir-se como financiador de último recurso na zona euro", sublinha.
É que "os vossos superavites orçamentais, amigos alemães, são contrapartida dos nossos défices", critica a eurodeputada.
Isto porque "quem encorajou os nossos governos, bancos, empresas e cidadãos a endividar-se foram os vossos banqueiros, empresários e caixeiros viajantes, instigando-nos a tirar partido do baixo juro do euro para lhes comprar submarinos, carros, equipamentos e tecnologias", acusa Ana Gomes.
E continua: "A falta de competitividade das nossas economias não é só culpa nossa: a UE desindustrializou-se nas últimas décadas, pagou a agricultores para não produzirem e a pescadores para não pescarem."
A eurodeputada deixa ainda um apelo à Alemanha: "Para não terem de nos sustentar, deixem mutualizarmos a dívida, para voltarmos aos mercados a juros comportáveis; respeitando regras, bem-entendido, mas beneficiando da boa notação que vocês e poucos na zona euro ainda mantêm. Chamem-lhes eurobonds, obrigações de estabilidade" ou o que queiram".
Ana Gomes conclui com uma chamada de atenção aos cidadãos alemães: "Não criámos a UE para a ver agonizar agora, com mezinhas Merkozy. Digam aos vossos governantes que queremos a Alemanha europeia, mas nunca engoliremos uma Europa alemã".
Com a devida vénia, vou publicar um texto escrito pela Dr. Ana Gomes, também ela radicada em Sintra, não sei se sintrense de gema, mas gente deste é que faz cá falta.
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A eurodeputada socialista tece duras criticas à Alemanha por não assumir as suas obrigações como mais forte e rica potência europeia.
Num artigo publicado hoje no 'DN', Ana Gomes diz que "o euro pode ruir amanhã: por mais cimeiras que façam, esses aprendizes de feiticeiro não controlam o feitiço que puseram à solta nos mercados financeiros".
Escreve a eurodeputada que as reacções tardias e insuficientes ao problema da dívida fizeram com que os especuladores percebessem que vale a pena especular. "A especulação já dobra Espanha e Itália e ameaça França". Por isso, "é urgente que a Alemanha deixe o BCE assumir-se como financiador de último recurso na zona euro", sublinha.
É que "os vossos superavites orçamentais, amigos alemães, são contrapartida dos nossos défices", critica a eurodeputada.
Isto porque "quem encorajou os nossos governos, bancos, empresas e cidadãos a endividar-se foram os vossos banqueiros, empresários e caixeiros viajantes, instigando-nos a tirar partido do baixo juro do euro para lhes comprar submarinos, carros, equipamentos e tecnologias", acusa Ana Gomes.
E continua: "A falta de competitividade das nossas economias não é só culpa nossa: a UE desindustrializou-se nas últimas décadas, pagou a agricultores para não produzirem e a pescadores para não pescarem."
A eurodeputada deixa ainda um apelo à Alemanha: "Para não terem de nos sustentar, deixem mutualizarmos a dívida, para voltarmos aos mercados a juros comportáveis; respeitando regras, bem-entendido, mas beneficiando da boa notação que vocês e poucos na zona euro ainda mantêm. Chamem-lhes eurobonds, obrigações de estabilidade" ou o que queiram".
Ana Gomes conclui com uma chamada de atenção aos cidadãos alemães: "Não criámos a UE para a ver agonizar agora, com mezinhas Merkozy. Digam aos vossos governantes que queremos a Alemanha europeia, mas nunca engoliremos uma Europa alemã".
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Lançamento do livro RETIRO da FORTUNA
Eu tive o privilégio de ler o livro a PENSÃO IDEAL, e como o escritor faz parte da minha infãncia, estava sempre a ver se apanhava algum bocadinho que fizesse parte da nossa história comum, mas qual quê, ele lá se terá inspirado em muita coisa, porque os anos e as experiências já são muito diversas. Quem tem a imaginação dele, e escreve como ele, estamos certamente na presença de mais um sucesso.
Vai ter tudo o que um evento desta natureza tem normalmente, e, porque o Zé faz parte da hitória dos Diamantes Negros, ele convidou-nos para participar, ao que nós acedemos com todo o gosto, vamos lá estar.
Portanto acho que estão reunidos todos os ingredientes para um bocado bem passado, pelo que convido quem passe por aqui a estar presente.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Uma das minhas Divas faz hoje anos - DIANA KRALL
Quem diria que aquela mulher, toda ela subtileza, delicadeza, sensibilidade e musicalidade, era do signo Escorpião, como a minha filha, apenas com a diferença de um dia a minha filha fez ontem e a Diana Krall faz hoje.
Nascida em Nanaimo - Canadá em 16 de novembro de 1964, é cerca de dez meses mais nova que os DIAMANTES NEGROS.
Esta senhora começou a tocar piano aos quatro anos, nunca mais parou, os pais também estiveram sempre ligados à música. Mudaram de cidade, foram viver para Vancouver para ela prosseguir os estudos de piano, tendo vindo a estudar mais tarde nos EUA, naquela que é eventualmente a melhor escola de música do mundo, Berklee College Of Music em Boston, Massachusetts.
Já tive o privilégio de a ver ao vivo, tenho vários dvd's dela e nunca me canso de a ouvir, tenho gravado um concerto dela de hora e meia no meu ipod do carro, e passo horas a ouvir sem nunca ficar farto.
É só musicalidade.
O seu percurso artístico numa área nada comercial que é o JAZZ, está cheio de sucessos e reconhecimento do seu valor, o que é raro.
Um grande pianista com quem tive a honra de tocar doze anos, também ele um catedrático da música, aliás formado no conservatório de Lisboa, não lhe regateava adjectivos, dizia ele:
- Aquela mulher tem tudo de bom, é bonita, canta bem, e, toca bem, estas são as partes visiveis para quem saiba apreciar a sua musicalidade, e não a conheça pessoalmente, poderá até ter muitíssimos mais atributos, ou defeitos quem sabe.
De facto vale a pena ouvir esta grande artista do JAZZ.
O video que carreguei é este, porque, é uma música das minhas preferidas, tenho-a, e, ouço-a quase diariamente. Aqui era mais acertado colocar a DIANA KRALL e o seu trio, porque hoje é o dia dela, mas, os seus videos no You Tube estão codificados, não os consegui passar.
No entanto ficam muito bem servidos com estas duas grandes Senhoras da Música; - NATALIE COLE e DIANA KRALL.
Boa audição.
Nascida em Nanaimo - Canadá em 16 de novembro de 1964, é cerca de dez meses mais nova que os DIAMANTES NEGROS.
Esta senhora começou a tocar piano aos quatro anos, nunca mais parou, os pais também estiveram sempre ligados à música. Mudaram de cidade, foram viver para Vancouver para ela prosseguir os estudos de piano, tendo vindo a estudar mais tarde nos EUA, naquela que é eventualmente a melhor escola de música do mundo, Berklee College Of Music em Boston, Massachusetts.
Já tive o privilégio de a ver ao vivo, tenho vários dvd's dela e nunca me canso de a ouvir, tenho gravado um concerto dela de hora e meia no meu ipod do carro, e passo horas a ouvir sem nunca ficar farto.
É só musicalidade.
O seu percurso artístico numa área nada comercial que é o JAZZ, está cheio de sucessos e reconhecimento do seu valor, o que é raro.
Um grande pianista com quem tive a honra de tocar doze anos, também ele um catedrático da música, aliás formado no conservatório de Lisboa, não lhe regateava adjectivos, dizia ele:
- Aquela mulher tem tudo de bom, é bonita, canta bem, e, toca bem, estas são as partes visiveis para quem saiba apreciar a sua musicalidade, e não a conheça pessoalmente, poderá até ter muitíssimos mais atributos, ou defeitos quem sabe.
De facto vale a pena ouvir esta grande artista do JAZZ.
O video que carreguei é este, porque, é uma música das minhas preferidas, tenho-a, e, ouço-a quase diariamente. Aqui era mais acertado colocar a DIANA KRALL e o seu trio, porque hoje é o dia dela, mas, os seus videos no You Tube estão codificados, não os consegui passar.
No entanto ficam muito bem servidos com estas duas grandes Senhoras da Música; - NATALIE COLE e DIANA KRALL.
Boa audição.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Os funcionários da Empresa TRATA OS NETOS!
Quando me reformei e ingressei nesta "empresa", já lá se encontrava a minha companheira, que se havia aposentado precisamente para apoiar a família, se por um lado crescia, por outro estava a ameaçar ruína, com a partida dos mais velhos. Fizemos muitos projectos, "agora é que vamos ter tempo para nós", blá blá blá...
Mentira, já me reformei à oito anos, e vivemos para a empresa.
Bem mas ao lembrar-me de focar este tema, não foi para fazer qualquer tipo de lamentação, antes pelo contrário, para nós é um prazer.
Numa das minhas atribuições, de motorista mais exactamente, tenho as minhas horas de seca, porque temos que chegar um bocado antes para ter lugar no estacionamento das Escolas, ou nas áreas circundantes.
Como tenho tempo, vou fazendo as minhas observações, tem dias e horas, especialmente de tarde quando está o sol a bater nos pára-brisas dos carros, é ver os avós de boca aberta a dormir, mais parece aqueles centros de dia pejados de velhos na hora da sesta. Eu falo de catedra, porque também lá estou, e, faço a minha perninha.
Outro lugar que deixei de frequentar, foi a esplanada dos restaurantes do Shopping Cascais, assim que me apercebi da função de lar de Terceira Idade que aquilo tem. Quando por opção preferia ficar à espera da minha mulher em vez de andar às compras com ela. Há pessoas que o seu entretenimento é estar ali, a ver passar gente, e conversar. Há clientes certos, é um autentico centro de dia, havia uns que até levavam a comidinha de casa.
Quando me apercebi, disse;- basta!
Ainda estou muito novo para estar no asilo.
Não falo disto com um sorriso nos lábios, não! Tenho pena por ver que estas pessoas, não têm meios para terem uma outra qualquer alternativa, de diversão, e para não viverem uma aposentadoria solitária, vão para ali para se sentirem acompanhados.
Mentira, já me reformei à oito anos, e vivemos para a empresa.
Bem mas ao lembrar-me de focar este tema, não foi para fazer qualquer tipo de lamentação, antes pelo contrário, para nós é um prazer.
Numa das minhas atribuições, de motorista mais exactamente, tenho as minhas horas de seca, porque temos que chegar um bocado antes para ter lugar no estacionamento das Escolas, ou nas áreas circundantes.
Como tenho tempo, vou fazendo as minhas observações, tem dias e horas, especialmente de tarde quando está o sol a bater nos pára-brisas dos carros, é ver os avós de boca aberta a dormir, mais parece aqueles centros de dia pejados de velhos na hora da sesta. Eu falo de catedra, porque também lá estou, e, faço a minha perninha.
Outro lugar que deixei de frequentar, foi a esplanada dos restaurantes do Shopping Cascais, assim que me apercebi da função de lar de Terceira Idade que aquilo tem. Quando por opção preferia ficar à espera da minha mulher em vez de andar às compras com ela. Há pessoas que o seu entretenimento é estar ali, a ver passar gente, e conversar. Há clientes certos, é um autentico centro de dia, havia uns que até levavam a comidinha de casa.
Quando me apercebi, disse;- basta!
Ainda estou muito novo para estar no asilo.
Não falo disto com um sorriso nos lábios, não! Tenho pena por ver que estas pessoas, não têm meios para terem uma outra qualquer alternativa, de diversão, e para não viverem uma aposentadoria solitária, vão para ali para se sentirem acompanhados.
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