sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Matar as empresas portuguesas em beneficio das multinacionais!

Já aqui escrevi, o modo e a maneira incorrecta e pouco profissional como um assunto meu foi tratado na FNAC, por um empregado de armazém daquela empreza, e nos fez perder,  uns dias num prazo apertado para a aquisição de um livro com matéria a estudar para o exame do 9º ano, que já se encontrava no armazém à dias mas o jovem não tinha tempo para desencaixotar, e colocar nas prateleiras.
Hoje depois de ter deixado a minha mulher, na Clinica do Cascais Shopping numa consulta, e estando eu com o encargo de ficar com a minha neta mais pequena, que em ano e meio de vida já deita médicos, clínicas, e hospitais, pelos olhos, não pode nem ver aquela gente à frente, porque já os conhece pelas piores razões, desde os primeiros dias de vida infelizmente. Tive que andar a fazer horas no Shopping a passeá-la no carrinho (um avô faz tudo, até figura de ama seca no Cascaishopping). Andei no piso térreo, e como fiz o piso todo de lado a lado, fui dos restaurantes até à FNAC, onde resolvi entrar para ver as novidades.
Já tinha lido que a obra dos PINK FLOYD, ia ser toda reeditada em uma edição especial e limitada, lá estava uma brochura publicitando o acontecimento previsto para 26 de Setembro, como era assunto do meu interesse, e ninguém se chegou ao pé de mim, eu educadamente pousei o folheto no escaparate, e dirigi-me à empregada da caixa que estava ali mais perto, interroguei-a se aquele folheto publicitário, se podia levar?
- O que eu fui perguntar. Aquela fulana, com uns olhos de vibora, quase me destratou, e, arrogantemente disse-me:
-Não senhor, não pode levar nada esses folhetos são para a pré-venda, com uns modos, parecia que eu a tinha tratado mal!
Tudo bem, não se pode levar, (ponto final), eu nem retorqui.
Vi mesmo o que passou pela mente daquela tipa, viu-me ali a empurrar o carrinho de bébé, pensou que eu era um coitadinho qualquer, um velho, que nem conhece os Pink Floyd, agora quer levar o folheto, vai mas é mudar a fralda à menina, e desampara-me a loja!
Depois admiram-se, que têm trabalho a prazos curtos, e que são preteridas por operadoras/es, estrangeiros sobretudo brasileiros.
Antigamente tinhamos boas livrarias, boas discotecas (venda de discos), a saudosa Melodia na Rua do Carmo, e outras tantas, morreu tudo, para dar lugar a este gigante da FNAC, que não conhece ninguém nem quer conhecer, deve pagar péssimamente aos funcionários que trabalham de má vontade, e isso repercute-se no atendimento. Os clientes não têm culpa, os empregados, se estão mal mudem-se!
- Pois é, não o fazem porque não há empregos, mas, trabalho há muito, só que ninguém quer!
 É tão bom estar ali a passar códigos de barras em caixas registadoras que lhes fazem a papa toda, não é preciso fazer raciocínios.
Eu é que já não estou para chatíces, mas aquela arrogância e destrato, que eventualmente aqui não consegui acentuar, noutros tempos tinham consequências, e a pequena sofreria um dissabor, ou eu lhe daria o troco, ou então mandava chamar o chefe de loja, para lhe dar a conhecer a deselegância.
Aos apreciadores desta banda incrível, aconselho este produto que se perfila, para ser um êxito, corram a fazer a reserva. Podem comprar disco a disco ou a colectânea por 125€, "coisa pouca", osCD's individualmente, andam pelos 19€, e são vários!     


Pink Floyd - Wish You Were Here Live

domingo, 11 de setembro de 2011

Concerto DIAMANTES NEGROS 9 SET 2011 Festas de Nossa Srª do Cabo Stª Maria e S. Miguel

Foi ontem perante uma assistência que oscilava no meio milhar, conforme constatámos, o terreiro estava repleto, e este numero poderá até pecar por defeito.
Antes de tocarmos, as pessoas que nos abordavam, muitas delas que já não viamos há muitos anos, diziam-nos que só por nós teriam ido aos festejos.
A expectativa era muita, até porque nas últimas vezes que actuámos, não fomos nada felizes com o som, Estamos sempre nas mãos de quem manobra as regie's. Ou o equipamento de som é de má qualidade, ou quem mexe nos aparelhos não tem a competência suficiente para os manejar, o que nos parece ser mais a segunda opção.
Ontem estávamos perante uma empresa representada por três jovens, um técnico e dois montadores de equipamento. Muito simpáticos e competentes, possuidores de uma ""artilharia" que não ficava a dever nada a uma banda de nível internacional.
Ao vermos aquele cenário quando chegámos, interrogávamo-nos; - O que será que nos vai tocar pela frente?
A excelência do equipamento era óbvia, restava saber se quem ia manejá-lo estaria ao seu nível.
Tudo se conjugava para uma grande actuação nossa. Logo pelos testes de som, verificámos que se estava perante pessoas sabedoras, só restava fazermos o nosso trabalho o melhor que podiamos e sabíamos.
Demos tudo de nós para agradar, e agradámos!
Sabemos fazer melhor, mesmo reconhecendo que foi das nossas melhores actuações de sempre. Mas, só com muitas actuações, e ensaio é que se adquire a fluência, porque uma coisa é ensaiar, outra é tocar na rua num palco imenso, e com um som daqueles.
Ouvimo-nos de um modo diferente, com muito maior amplitude, melhor sem dúvida mas diferente do custume. Estranhámos um bocado ao princípio, depois embalámos, e parecia um Concerto em Wembley, ou Hyde Park, salvo as devidas diferenças claro, mas para nós habituados a pequenos meios, e pequenos espaços, foi  óptimo.
As críticas foram excelentes, o povo não arredou pé ficou até ao fim, e por nós ainda lá estávamos tal o gosto, e, a reciprocidade entre o público e nós.
Este sim, foi "O CONCERTO".

O nosso amigo Pedro Macieira do Blogue Rio das Maçãs, reporta o acontecimento, e mostra excelentes fotos, que são uma das imagens de marca do seu espaço, podem verificar aqui!

Algumas fotos da minha neta Carlota, durante os testes de som!


Carlos Henriques (Xixó) Guitarra solo e voz

Imagem do palco
Luís Cardoso, viola e teclas.
Jaime Pereira, Viola baixo e voz

 Eu "O baterista"!







Os DIAMANTES NEGROS, em plena actuação!

domingo, 28 de agosto de 2011

Ainda há quem se orgulhe de ser português!

Dizem as tarjas; - HERÓIS DO MAR NOBRE POVO NAÇÃO VALENTE  - 
SER PORTUGUÊS É UM PREVILÉGIO!
Por estes dias em que só se ouvem lamentações, e que vão aumentando diariamente, os desiludidos, os desempregados, os que sofrem na pele o aumento dos impostos, os que não conseguem pagar as hipotecas da casa e ficam sem elas. Mesmo assim ainda há gente que em grandes tarjas grita aos ventos:
- Heróis do Mar Nobre povo Nação valente, e sentem-se priveligiados de serem portugueses!
Será que damos o devido valor ao que somos, e ao que nos rodeia?
Vejam só o tamanho desta bandeira, nem no Palácio de Belém há uma assim!

No Norte do país exulta-se a honra de ser português, nós por cá andamos sempre com a auto-estima em baixo, e até há quem diga que o Afonso Henriques nunca havia de ter nascido. Depois admiram-se que nos chamem de Mouros e outros apelidos!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Billy Preston

William Everett "Billy" Preston, nasceu em Houston, Texas a 2 de Setembro de 1946.
Faleceu com 59 anos, a 6 de Junho de 2006 em Scottsdale - Arizona.
Iniciou a sua carreira tocando numa banda de música gospel.
No final dos anos sessenta, destacou-se como excelente interprete de soul music, e, colaborou com as mais diversas individualidades do mundo da música. Destaque para o facto de ser um dos dois únicos músicos que tiveram o previlégio de tocar com os Beatles, o outro foi Eric Clapton.
Podem vê-lo muito novo em Abby Road, na gravação de Get back,aqui
O seu estilo variou entre o Gospel, Soul, o Rhythm and blues, e o Blues-rock.
Produziu de 1965 a 1995 (30 anos) vinte álbuns a solo. Tendo participado em muitos álbuns das mais diversas bandas e artistas. 

Podemos vê-lo aqui a colaborar com Eric Clapton, num espectáculo ao vivo.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

COMO SE FABRICAM OS VENCEDORES DO CAMPEONATO DE FUTEBOL.

Isto tem-se verificado muitas vezes. Ainda o ano passado começou assim, com um F.C. Porto, muito ainda aos solavancos, a ser empurrado para uma vitória na Figueira da Foz nos últimos minutos. Na jornada seguinte igual desenho,  aos rivais colocavam-se obstáculos de toda a ordem, estes vão perdendo a crença, começa a reinar a desorientação, enquanto o Porto lá vai criando confiança, e nós sabemos como é no FCP, os outros são todos uma cambada de nabos nós é que somos os Maiores.
Este ano outra vez, duas jornadas em que foi escandalosamente beneficiado pela arbitragem.
Na primeira jornada, um penalti inexistente em Guimarães, que lhes dá os três pontos. Esse mesmo árbitro, Olegário Benquerença assim se chama, que não duvidou um centésimo de segundo e, assinalou penalti contra o Guimarães, roubou o Belenenses em duas ocasiões, no jogo disputado contra o Atlético sábado passado em situaçãoes análogas. Na segunda jornada quando perdia com o Gil Vicente, no lance que dá o golo do Gil V. devia ter havido expulsão do central do Porto, mas não senhor, levou amarelo, porque o pessoal tem medo das vacas sagradas do norte. Poucos minutos depois fabricou-se de imediato um penalti, para dar tranquilidade ao Porto não fosse o Gil V. criar coragem e ganhar o desafio.
Em Alvalade roubou-se o Sporting sem apelo nem agravo, ali não há medos, roubam à vontade, um penalti não assinalado e, um golo limpinho anulado. Para ontem foram colocadas ao Sporting as maiores incertezas, sobre a realização do desafio, e, com atitudes destas ninguém passa impunemente, isto enerva.
O que aconteceu ontem não tem explicação. Até mesmo "os fiéis" detratores do Sporting, entendem que se está perante mais um caso insólito do futebol português, tão pródigo nestas coisas que não se vêm em mais parte nenhuma. Este conlúio dos árbitros, de fazerem greve ao Sporting, só veio mostrar a miséria que são os árbitros da primeira divisão. Até um reles árbitro dos distritais de Aveiro, veio fazer melhor serviço, do que aquilo que se vê por esses jogos da primeira liga. Só desgraças!
Ontem o primeiro golo do Braga, resulta de uma falta marcada ao contrário, no início da segunda parte quando ainda estava tudo em branco. Assim se vira um resultado equilibrado, e nulo.
Na Luz perto do fim do jogo quando o Benfica vencia por 2-1, o Xavi Garcia, empurra um avançado do Feirense, o àrbitro não exitou, cartão amarelo ao jogador do Feirense por simulação. Se fosse em Alvalade, era penalti contra o Sporting, ali nada se marca. Não é mania da perseguição, não, é a regra, em caso de dúvida prejudica-se o Sporting, ainda ontem o João Pereira foi rasteirado na área adversária e nada se marcou, mas ontem o árbitro era dos fraquinhos?!...
Hoje em Olhão o árbitro expulsa um jogador do Vitória de Setúbal, que nem toca no adversário, mas como este fez teatro, levou vermelho directo, um resultado que estava já em 0-2, foi logo posto em causa e as equipas chegaram ao fim empatadas 2-2.
É o futebol que temos, a condizer com o país.

sábado, 20 de agosto de 2011

JANIS JOPLIN


 JANIS LYN JOPLIN

Nasceu em Port Arthur a 19 de Janeiro de 1943, faleceu em Los Angeles a 4 de Outubro de 1970.
Cantora e compositora, considerada Rainha do Rock and Roll, a maior dos anos 60.

Tinha problemas com drogas e álcool, uma overdose de heroína fez com que partisse em 1970, quando ainda só tinha 27 anos.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Era uma vez um povo, que tinha a mania que era igual aos outros!

A Oeste da Europa, numas terras muito bonitas, cheias de sol, praias de encantar, muito verde, poderia dizer-se, que é um sonho de terra mas não, é lindo só.
Foi um país que começou aos empurrões, o filho bateu na mãe, uma grande confusão logo de início, e quem torto nasce...
Teve momentos altos, outros de grande aflição, houve alturas em que o ouro entrava a rodos nos cofres da corôa, mas tudo isso se perdeu, sempre porque este povo, sobretudo quem tinha a obrigação de o governar, nunca soube fazê-lo. Até no tempo da fartura do ouro, que lhes chegava da Colónia Sul Americana, metade ficava pelo caminho, roubado por funcionários do governo, tal qual como nos dias de hoje, sendo que actualmente não roubam lingotes de ouro, mas desbaratam o dinheiro dos cofres do Estado, e até já venderam grande parte das reservas auriferas do Banco Central.
Um dia mataram o Rei e o principe, veio a implantação da República. Prometeu-se de Liberdade, Igualdade e  Fraternidade.
Viva a República, abaixo a corrupção, e aquele monte de palavras de ordem que o povo gosta de ouvir, naqueles tempos haviam homens que se bateram pela causa, eram honestos e rigorosos, e não gastaram um centavo dos cofres públicos, mas os oportunistas e taxistas mudaram de casaca e rápidamente de monárquicos passaram a republicanos, daí ter ficado tudo igual ou pior do que estava antes. Fizeram-se muitas asneiras, mandaram para uma guerra mundial os melhores filhos da nação, abandonaram-nos lá à sua sorte, morreram de fome e de frio, foram para os horrores do inverno francês sem roupa e calçado adequados, confiaram nos seus aliados ingleses, que lhes viraram as costas, deixando-os emboscados à mercê de um inimigo poderoso, e só a muita coragem fez com que  alguns de lá escapassem. Entretanto tudo se descontrolou, a confusão nas ruas era diária. Normalmente nestas alturas vêm sempre os oportunistas e os espertos. Houve uma revolta militar, que não encontrou qualquer resistência pois claro, o povo faminto sem esperança já estava por tudo. Dessa revolta veio um senhor Doutor provinciano, com pronuncia e tudo, afecto à Igreja Católica, que entretanto também andara a minar tudo, para voltar a deter as rédias do poder, que havia perdido com a implantação da República, esse senhor doutor livrou-se de uma guerra fez negócios bons para o país com os dois lados dos contendores, mas era um ditador feroz, que não soube acompanhar os ventos de mudança, e a sede de se imortalizar na cadeira do poder cegou-o, e democracia era a palavra maldita, quem a pronunciasse era um homem morto. Não era um republicano, mas governava uma república, onde não havia igualdade.
Engraçado que esses idealistas,  da implantação da república, se esqueciam da Igualdade, porque mantiveram colónias, em que os naturais não tinham quaisquer direitos.
Passados mais de quarenta anos após a implantação da república, os naturais dessas colónias revoltaram-se, deu-se uma Guerra que durou mais que uma década. O povo miserável também aí foi chamado a intervir em defesa de um património, que não lhe dizia nada. Ouvia-se falar na escola, e estudava-se que eram terras muito ricas e muito extensas, porém, tudo muito longe algures nos Continentes Africano, Asiático, até uma Ilha na Oceanía.
Morreu muita gente de ambas as partes, o povo desse país viu partir durante esses anos, todos os seus melhores filhos. Partiam a um ritmo senão diário pelo menos semanal, em barcos sem quaisquer condições, em porões destinados a carga, escuros mal cheirosos, e em camas que não se dão nem aos animais. Alguns priviligiados iam em camarotes, mas tinham que ter divisas ou galões, nas platinas da farda.
Tudo tem um início e um fim, um dia uns militares revoltaram-se, descontentes com várias situações, há quem diga que também havia reeinvindicação salarial, mas sobressaiu dali uma revolução de "tipo" ?esquerda? com adesão total do povo.
Ocuparam-se estupidamente casas, herdades, fábricas, tudo em nome desse povo, que ia a reboque dos politizados que criaram a confusão e o caos, até que alguém conseguiu travar aquela balbúrdia.
Sonhou-se muito, começaram a vir ordenados, um bocadinho melhores, não para todos claro, vieram reformas, na generalidade muito pequenas que mal dão para comer, mas reformas, veio um serviço Nacional de Saúde, a esperança de vida aumentou, a taxa de mortalidade infantil desceu, passou a viver-se segundo os padrões dos países em vias de desenvolvimento. Entretanto os anos passaram e o povo foi sendo novamente enganado, e roubado, foram-se degradando os cofres desse país, até que com a degradação da conjuntura mundial, e com os defeitos de uma coisa entretanto inventada de nome "globalização", esse país como era pequenino e frágil, ficou à mercê dos abutres e oportunistas, que como já não têm que roubar nos países deles, vão roubar os dos outros. Esses ladrões, mandaram para lá uns iluminados e espertos, com as idéias "troikadas" dos naturais, vão-lhes fazendo a vida negra, tirando tudo o que até então ainda não passava de uma forte esperança em alcançar o nível  de vida igual ao dos outros povos evoluídos.
Enfim "pobre povo, Nação de Valentes, mas também de aldrabões, ladrões e vigaristas, Imortalizada pela desdita de sucessivas governações incompetentes", mas as piores são sempre as futuras, e esse povo já está a sentir isso na pele.
Andam quase nus, a fome alastra como uma praga, andam a pé ou passaram a utilizar a bicicleta, porque lhes aumentam os combustíveis diáriamente, os transportes que deviam ser acessíveis ao público têm preços exorbitantes. Vão ficar sem as suas miseráveis pensões, já não têm médicos, a assistência social não passa de uma nomenclatura.
Vai ser como era antes, um país de gente muito pobre, e uma elite de muito ricos que escraviza o seu semelhante.
Coitados, eles só queriam ser como os outros!